quinta-feira, 31 de maio de 2012
BIENAL DO LIVRO VIROU CRECHE
quinta-feira, 17 de maio de 2012
HONESTIDADE E DESONESTIDADE
sexta-feira, 11 de maio de 2012
AGENDA DOS EXPOSITORES BIENAL LIVRO DE MINAS
Você está visualizando eventos para quarta-feira, 23 de maio de 2012
Data
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Hora
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Local
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Expositor
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Evento
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23 de Maio
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09:00
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EDU02
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Fiocruz
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Atividades
diárias
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23 de Maio
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10:00
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B07
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Editora Chico Xavier - Edlecx
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Manhã
de Autógrafos Com José Reis Chaves
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23 de Maio
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14:00
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J06
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FUNEC
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TEATRO
DE BONECOS
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23 de Maio
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15:00
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EDU02
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Fiocruz
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Bate-papo
com o Cientista Escritor
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23 de Maio
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15:00
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F01/G02
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Editora FTD
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Pintura
Facial
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23 de Maio
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15:30
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Estande da Ale...
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Aletria
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Oficina
de ilustração com Raquel Abreu
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23 de Maio
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15:30
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J06
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FUNEC
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TEATRO
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23 de Maio
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16:00
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B07
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Editora Chico Xavier - Edlecx
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Tarde
de Autógrafos Com Paulo Neto
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23 de Maio
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18:00
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B07
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Editora Chico Xavier - Edlecx
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Tarde
de Autógrafos Com Dr. Andrei Moreira
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23 de Maio
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18:00
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B15/C16
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Casa dos Espíritos
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Autógrafos
com Robson Pinheiro
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23 de Maio
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18:30
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J06
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FUNEC
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RODA
DE CONVERSA
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23 de Maio
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19:00
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Estande do Cdial
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Centro Islâmico Cdial
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O
Islam e o Terrorismo
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23 de Maio
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20:00
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B15/C16
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Casa dos Espíritos
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Bate-papo
com o autor: Marcos Leão | em Você com você: o tempo passa para todos
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23 de Maio
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21:30
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D12
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Editora Espírita Fonte Viva
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SORTEIO
DIÁRIO DE LIVROS
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Bienal do Livro de Minas, dia 23 maio
domingo, 29 de abril de 2012
A MÍDIA E A LISTA
A Polícia Geral, na “Operação Folhagem”, conseguiu incriminar os principais jornais do país: “O Mundo”, “O Estado Gasoso”, o “Galho” e a revista “Objetiva”.
No outro dia saiu em primeira página o seguinte:
O PRESO TEM A MANIA DE FILMAR, GRAVAR E FOTOGRAFAR TUDO
Reportagem de Celia Cimael
Foi uma cascata, tudo desmontando. O complexo jornalístico daquele país, que mandava e desmandava, de repente estava desmoronando.
Não conseguia mais derrubar ministros e nem assacar as verbas públicas.
O Presidente fora informado que na revista semanal sairia tudo sobre um de seus Ministros. Era trama pura, montagem de fotos, dinheiro esparramado na mesa, gravações indevidas, numa arapongagem descaradamente ilegal.
Eles faziam tudo para continuar mandando, eram apenas quatro famílias que locupletavam a si e os seus seguidores.
Empreiteiras que não contribuíssem com o caixa, com grandes anúncios, eram logo denunciadas. A chantagem corria a solta.
Elegiam Presidentes, Governadores, Senadores, Deputados, Prefeitos e Vereadores das grandes cidades.
O povo votava influenciado por pesquisas eleitorais fajutas, criminosas, alteradas a favor do grupo.
Quando um de seus prestigiados era eleito, aí começavam os trabalhos de arrecadação do grupo: desde coleta do lixo (que é um bom negócio) até fornecimento de alimentação para presos (outro bom negócio). Eles atuavam em todas as áreas que pudesse dar algum lucro, com pouco trabalho.
Passavam pela saúde, educação, meio ambiente, obras e vários outros setores que poderiam fraudar as licitações, ganhando empresas de seus grupos.
Viviam “dependurados em verbas farta dos cofres público” e das “ricas propagandas pagas nos grandes jornais, rádios e TVs” era o que dizia um blogueiro.
De outra feita, num estado mais distante ficavam de olho nas gordas verbas do plano do governo, ano eleitoral, verba esparramada por todo lado e eles capturando tudo para o seu rebanho.
Quando é contrariada ela contra-ataca, como no filme Guerra nas Estrelas.
E como tem equipamentos caríssimos para suas arapongagens, filmagens, gravações fajutas e amplo laboratório digital para falsas montagens de fotos e voz.
Quando de montagem de CPIs eles trabalham para que tudo dê errado e seja esquecido como em outros casos de corrupção. Compravam voto no maior descaramento da história.
Agora todos estavam comprometidos com aquele alto empresário que tinha a mania de gravar conversas, filmar e fotografar tudo que se passava no seu escritório.
A lista era muito grande, gente do alto e baixo clero, como dizem lá na capital.
Grandes jornais, Rádios, TVs atolados até o pescoço. Políticos eleitos ilegalmente por todos os meios, estavam com o coração nas mãos.
A qualquer hora poderiam perder o mandato, o pior seria ficar por 4, 5 ou 10 anos na cadeia. Todos queriam cela especial, por causa dos cursos superiores. Mas a maioria iria mesmo para cela comum.
No outro dia, o pivô de toda confusão apareceu morto na prisão. Disseram que morreu enforcado por sua gravata amarrada na cabeceira da cama. Coisa estranha, nem deu para ele ficar de pé, ficou ajoelhado.
ManoelAmaral
http://osvandir.blogspot.com
sábado, 28 de abril de 2012
O PEQUENO GRANDE BANDIDO

